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Joana

um mundo cheio de histórias para contar

Joana

um mundo cheio de histórias para contar

26
Jan17

3 livros para ler este ano

Joana Santos
Adoro comprar livros. Gosto de os ter na mão, de folheá-los, de me encher de expectativas. Gosto do os trazer para casa e de me sentar, acompanhada de um bom chá, a lê-los. Adoro seguir as aventuras das personagens, inspirar-me com frases simples, deliciar-me com ensinamentos preciosos. Sou assim desde que me conheço. Antes mesmo de saber ler, eles andavam sempre comigo: imaginava histórias através das imagens. Foi assim que cresci. Rodeada de livros. Leio no metro, à espera de uma consulta, antes de adormecer. E é frequente ler mais do que um livro ao mesmo tempo. Neste momento, por exemplo, O Livro do Hygge, The Silk Roads, As Primeiras Coisas e As Três Vidas são os livros que me têm acompanhado para todo o lado: consoante o estado de espírito, decido qual deles vai andar dentro da minha mala em determinado dia. Mas também há algo que tenho tentado fazer: dar-lhes uma nova casa, assim que acabo de os ler. Não só eles merecem ser partilhados como eu posso arranjar espaço para que outras palavras cheguem até mim. Deixo-os em autocarros, bancos de jardim ou à porta de casas. Por isso, se encontrarem um livro com uma mensagem dentro dele, de mim para vocês, não estranhem: levem-no convosco. Para além disso, em 2017, arranjei outra solução para a minha febre dos livros: em todos os outros anos, fiz uma lista interminável de livros que queria ler e acabei por cosnseguir ler apenas uma pequena parte. Síndrome de ratinho de biblioteca. Por isso, este é o ano de prioritizar. Escolhi três, sim, três!, livros que tenho - obrigatoriamente - de ler. Escolhi-os porque ou já me falaram muito bem deles ou eu tenho a sensação de que me fará muito bem ler. É isso que eu quero para o meu ano, certo? Felicidade e equilíbrio, aprendizagem e crescimento. A minha lista de livros para o novo ano tem exactamente de reflectir essa minha escolha de objectivos. 

Women Who Run With The Wolves, Clarissa Pinkola Estes
Neste livro, que nos fala de mulheres conscientes do seu poder e da sua força, mulheres livres, mulheres confiantes, fazemos uma viagem ao longo dos séculos, que nos mostra a forma como a sociedade, maioritariamente dominada por homens, condiciona e reprime a beleza de ser mulher. Quantas vezes somos inferiorizadas? Quantas vezes somos trocadas por homens, supostamente mais capazes? Este ano, um dos meus objectivos é também conectar-me mais comigo mesma e isso inclui conectar-me com o meu poder enquanto mulher, com as inifinitas possibilidades que isso traz ao meu ser e ao mundo. Através destas histórias sobre wild women, espero também eu ganhar consciência da minha capacidade de o ser.

{ Imagem retirada daqui }

Yoga-me, Filipa Veiga
A minha prática de yoga tem, desde meados de Março de 2016, sido uma montanha russa. Pratico muito menos e, quando o faço, sinto-me menos dedicada ao momento. Estar ali, no tapete, é mais um sacrifício do que propriamente uma aprendizagem e um avançar neste caminho que é o mundo do yoga. Sinto que, sobretudo, me falta inspiração. Hoje, este livro chegou a minha casa e eu pude, finalmente, experimentar novamente aquela sensação boa de chegar ao tapete, de saber que é o momento de estar comigo própria, descobrindo-me. Constatei novamente que não há nada melhor para me sentir capaz de voltar à prática do que uma yogini que eu admiro. Yogini esta que é também jornalista. Uma combinação perfeita. A Filipa Veiga trocou o ballet pelo yoga, Portugal por Bali e uma vida de jornalista pela serenidade de ensinar aos outros a calma que ela própria transpira. Já tive oportunidade de aprender com ela muito sobre aquilo que é ser jornalista e inspirar através das palavras, quando trabalhámos juntas para o Yogi Times. Agora, é a vez de descobrir com ela os segredos desta forma linda de viver - o Yoga. O livro reúne a história desta prática universal e da prática da Filipa, bem como um conjunto de sequências de yoga que podemos experimentar e um receitas nutritivas para fazer bem ao nosso corpo.

{ Imagem retirada daqui }

Sparkle Joy, Marie Kondo
Okay, a culpada de este livro estar na minha lista é a Mariana. No dia em que me encontrei com ela (e com aquele chá delicioso!), no Porto, falámos da Marie Kondo e das suas técnicas para libertar espaço nas nossas vidas para o que realmente interessa. Deixou-me logo curiosa. Quem me conhece, sabe que destralhar é uma das minhas palavras preferidas e o minimalismo é um dos valores base para a minha vida, que, embora nem sempre seja fácil de seguir, orienta-me o caminho. Para quê atafulhar a nossa vida de coisas, certo? Depois de estarmos juntas, li esta publicação no Chá&Girassóis e tornou-se óbvio para mim que o livro da Marie Kondo teria de ir obrigatoriamente para a minha lista de livros a ler em 2017. Ora digam lá que não é de querer ler: "destralhar tendo por base a alegria que as coisas nos transmitem", como escreve a Mariana, é a ideia princial do livro. Pensem só nas mudanças positivas que iam acontecer na nossa vida! (Querem saber o que é isto da arte de destralhar a casa e o coração? Em breve falar-vos-ei sobre o assunto aqui no blogue.)

{ Imagem retirada daqui }
Para mim, estes livros reflectem exactamente aquilo que eu quero atingir este ano. Não há espaço, em 2017, para que a negatividade retire a possibilidade de conseguir o que quero!

E por aí? Quais são os livros que não podem mesmo deixar de ler este ano?

Com amor, 
Joana

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