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Joana

um mundo cheio de histórias para contar

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19
Out16

Vícios da Semana

Joana Santos
A gripe decidiu atacar-me. Desde domingo que a garganta está em chamas, o nariz pinga e os meus melhores amigos têm sido os lenços de papel e o meu querido Lemsip (um medicamento para a gripe muito utilizado no Reino Unido). Chás atrás de chás, lá vou suportando os calafrios. Não sei de onde é que veio o vírus do mal, mas acredito que esteja relacionado com este frio que decidiu chegar em força aos País de Sua Majestade. 
Quando o despertador toca, ainda de madrugada, tenho de me forçar a sair da cama para ir trabalhar (que, obviamente, a vida não se ganha sozinha, pois está claro), enrolada em cachecóis. No trabalho, a minha secretária tem todo um kit de sobrevivência: batom do cieiro, medicamentos para tomar de 4 em 4 horas, pastilhas para a garganta, saquetas de chá de limão e gengibre... Mesmo assim, parece que o tempo teima em passar e que nunca mais é hora de voltar para o vale dos lençóis e descansar o corpo e a cabeça, que ficam esgotados com tanta tosse e espirros
Depois do trabalho, não há cá paciência para grandes actividades de lazer fora de casa. E, por um lado (porque temos de ver sempre o lado positivo), ser obrigada a estar fechada dentro de quatro paredes faz com que me ponha em dia nas leituras, no maravilhoso mundo das séries televisivas e na música. Por causa disso, ganhei novos vícios (muito saudáveis). 

Livros

É quase impossível tirar os olhos de cima do livro Em Nome do Pai, de Nuno Lobo Antunes. Quando o comecei a ler, sugestão do Gui, a história não me prendeu. Umas páginas depois, estou rendida. O livro conta a história de José, pai de Jesus. Exactamente: esse mesmo. Ele é uma das personagens menos conhecidas da Bíblia, vive na sombra de Maria, mãe de Jesus. Mas como terá sido a vida  deste carpinteiro? O livro, obviamente, é uma obra de ficção, mas a história desenrola-se de uma maneira tão bonita, que somos levados a sentir que até mesmo aqueles que acreditamos serem deuses têm vidas normais como a nossa: debatem-se sobre os mesmos assuntos, pensam da mesma forma, sonham o mesmo que nós e, sobretudo, põem em causa as leis do universo de que nós também duvidamos.



Séries

Sou daquelas pessoas que tem uma lista interminável de séries para ver e que não sobrevive sem o TV Show Time (vamos ser amigos por lá também?). New Girl, Shameless, How To Get Away With Murder e Homeland são aquelas que me têm prendido ao ecrã mais recentemente. Mas, nestes dias em que a gripe decidiu chatear-me, a série que tem sido quase como um medicamento é How I Met Your Mother. Eu sei, eu sei... A série já é bastante antiga e até já terminou, mas nunca acabei de a ver. Acho que é desta. Quando mudámos de casa, tive de garantir que tínhamos uma manta daquelas polares e fofinhas (comprámos a nossa na Primark), para estas alturas e, portanto, enquanto o Gui não chega a casa é ela que me faz companhia no sofá na hora de ver a série.



Música

Para não em ouvir a fungar de cinco em cinco segundos, arranjei uma maneira de me concentrar na escrita ou nas leituras: ouvir música. Às vezes, deixo só a playlist "Discovery Weekly" do Spotify a tocar e, por causa disso, tenho encontrado novas paixões musicais, como Oh Wonder. Desde que descobri a banda londrina, fiquei completamente vidrada nas músicas Without You e Drive.


E vocês? Quais têm sido os vossos vícios do momento?

Com amor, 
Joana 

PS.: Enviem-me boas energias para ver se a gripe vai embora. 

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