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Joana

um mundo cheio de histórias para contar

Joana

um mundo cheio de histórias para contar

24
Out17

MAIS CALMA | O Workshop da Da Nova

Joana Santos

Depois de um mês sem escrever no blogue (por boas razões, prometo), regresso, ironicamente, com uma publicação sobre escrita. Criativa, ainda por cima.

Há um ano que tenho sessões de coaching (hei-de falar sobre isso aqui no blogue) com a querida coach Sónia da Veiga. E, sem querer avançar muitas nas razões que me levaram até ela, porque isso é assunto para uma próxima conversa convosco, um dos primeiros Trabalhos para Crescer que ela me deu foi fazer uma lista de projectos que tinha deixado por cumprir, mas que não queria - ou podia, adiar mais. Dessa lista constavam muitas linhas que, felizmente, hoje em dia, estão quase todas riscadas. Não porque deixaram de fazer sentido, mas porque eu consegui, finalmente, dar andamento a estes projectos pendentes. 

Um dos items dessa lista era, exactamente, participar num Workshop de Escrita Criativa. Sempre, desde que me lembro, adorei escrever: imaginar enredos, construir personagens e dar-lhes vida. Mas a verdade é que depois de concluir o curso de Jornalismo a minha capacidade para o fazer era quase nula. As histórias bonitas deram lugar aos factos crus. E era difícil fugir deles. Mas o sonho de escrever um livro não tinha desaparecido e, por isso, decidi que ia voltar a criar uma prática de escrita. 

Procurei alguns workshops mas todos eles me pareciam prometer demasiado. E eu gosto de sentir, à partida, logo uma conexão verdadeira com o que me prometem. Por isso, durante um ano, não me inscrevi em nenhum dos muitos que vi. Mas lá veio a querida Rita da Nova, que eu já queria conhecer há muito tempo, depois de alguns anos a segui-la pelos blogues e redes sociais, tornar todo o meu projecto por cumprir realidade. 

 

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Quem melhor do que ela para me ajudar a voltar à escrita? Senti logo um grande SIM quando ela anunciou que ia dar um Workshop de Escrita Criativa. Porque a Rita escreve, acima de tudo, de forma cativante. E transparece ser uma pessoa genuína. Por isso, inscrevi-me.

O workshop aconteceu este fim de semana, à volta de uma mesa, com comida deliciosa, chás e águas aromatizadas (feitas pelas mãos das Olívias). E foi tudo aquilo que eu podia pedir. Apresentamo-nos da forma mais criativa de sempre, fizemos exercícios de desbloqueio da escrita e, no fim, aprendemos a olhar para os detalhes para sermos capazes de tornar tudo o que fomos partilhando ao longo daquele dia numa história com princípio, meio e fim. Saí com a certeza de que sou capaz: de me expressar, de forma criativa e de ser eu, verdadeiramente, através de um papel e de uma caneta. 

Agora é continuar este trabalho: porque também acredito que a prática é um ponto essencial aqui. Se nunca pousarmos a caneta, trabalhamos a nossa confiança e, pouco a pouco, vamos conseguindo tornar real tudo aquilo que, agora, é apenas um plano na nossa lista. 

 

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Obrigada, Rita. E obrigada a todos aqueles que partilharam este dia tão bom comigo. 

A Rita já tem datas para os próximos workshops: em Lisboa e no Porto. Por isso, não se acanhem. Falem com ela!

Com amor, 

Joana

11
Set17

A JOANA DIZ COISAS | A Rita da Nova fez-me umas perguntas

Joana Santos

Estava eu, ao final do dia, a cuscar o Instagram quando percebi que uma das minhas pessoas preferidas do mundo dos blogues, a Rita da Nova, me tinha lançado um desafio: responder a 10 perguntas e fazer outras 10 a quem eu entendesse. Portanto, aqui vai:

 

joana

 

1. Qual é a tua palavra favorita?

Pode parecer cliché, mas a minha palavra preferida é amor. Porque, para mim, tudo parte dele e tudo a ele volta. É o primeiro sentimento que, ainda sem saber definir, sentimos. É tão simples. É o valor-base da minha vida e é ele que me ajuda a tomar decisões. 

 

2. Se pudesses ser uma pessoa durante um dia, quem serias?

Gosto daquilo que sou e adoro viver a minha vida, mas, se pudesse, gostaria de experimentar viver uma versão masculina de mim mesma.

 

3. Há dez anos, onde te vias agora?

Há dez anos, ia a meio dos meus catorze, e acreditava que, quando fosse grande, viajaria pelo mundo inteiro sem criar raízes em lado algum. Hoje, embora não viaje tanto quanto gostaria de viajar e tendo criado raízes perto das pessoas que me fazem feliz, sei que sou a mesma pessoa sonhadora que era naquela altura.

 

4. Que viagem farias agora mesmo, sem hesitar?

Partia para a Índia sem bilhete de regresso. Tenho um fascínio enorme por aquele país e sinto que, quando pisar o solo indiano, vou querer ficar por tempo indeterminado a absorver as cores, os cheiros e a vida. Se me dessem a escolher entre poder visitar o mundo inteiro, excepto a Índia, ou poder apenas visitar a Índia, deixando o mundo inteiro para outra vida, escolheria sem dúvida a última opção. 

 

5. Alguma vez gostaste mais do filme do que do livro? Se sim, qual?

Por norma, quando leio um livro e percebo que existe a versão do mesmo em filme não sinto curiosidade em vê-lo na tela. Prefiro sempre ler: porque me permite imaginar. Quando quebrei a regra, o filme desiludiu-me sempre, por isso, a resposta é não.

 

6. Preferias que houvesse sempre silêncio ou sempre barulho?

Esta é uma daquelas perguntas difíceis: gosto de um equilíbrio. Às vezes, preciso de barulho. Outras vezes, de silêncio absoluto. Mas a verdade é que é o barulho que me traz energia: adoro ouvir com atenção. Conversas, músicas, risos. Quero acreditar que, se a vida fosse sempre barulho, seria um barulho bom, por isso, é esta opção que escolho.

 

7. Se a tua vida tivesse um título, qual seria?

À procura da Joana. Porque a minha vida é e sempre foi uma constante procura por aquilo que sou e por descobrir, cada vez mais e melhor, a minha verdadeira essência. Tudo com um objectivo: ser cada vez mais feliz. 

 

8. Qual foi o elogio mais estranho que já te fizeram?

Apelidarem as minhas bochechas de rabinho de bebé. Primeiro, achei que estavam a qualificar a minha pele de macia, mas depois percebi que o que queriam mesmo dizer era que a forma das minhas bochechas e o seu tom rosado fazia lembrar aquela parte do corpo e que isso era extremamente fofo.

 

9. Cereais primeiro e leite depois ou ao contrário?

Cereais primeiro. Para mim, não havia sequer outra opção possível até que uma amiga me perguntou: "então como sabes que quantidade de leite deves colocar?". Aquilo deixou-me a pensar mas nem por isso alterei a minha forma de comer cereais. 

 

10. O que é que mais gostas em ti?

A minha capacidade de, mesmo no epicentro da tempestade, encontrar uma forma positiva de encarar a vida. 

 

Agora é a vossa vez: Chá & Girassóis, A Sofia WorldBom Destino, Not Guilty Pleasure e Viver a Viajar:

 

1. Quando eras pequenina, o que querias ser quando fosses grande?

2. Se pudesses mudar o mundo, por onde começavas?

3. Se tivesses de mudar tudo em ti, e só pudesses deixar um traço da tua personalidade igual, qual seria?

4. Setembro traz com ele novas rotinas: o que é que não vai faltar na tua agenda este mês?

5. De todas as resoluções de ano novo que fizeste, quais ainda estão por cumprir?

6. Que alimento não pode faltar no teu prato?

7. Se te dissessem que tinhas de deixar a casa onde vives e escolher outra parte de Portugal onde viver, para onde te mudavas?

8. Se eu te pudesse oferecer um bilhete de avião, para onde viajavas?

9. Se a tua vida tivesse um título, qual seria?

10. Quando é que nos encontramos para continuarmos este jogo? :)

 

 

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